A verdadeira força do Rotary reside na qualidade dos rotarianos e não na soma de valores materiais que eles possuem.

Precisamos não de gênios ou de super-homens, mas de pessoas comuns, compenetrados de que são sua utilidade e habilidade para fazer coisas simples, que se constituem nas mais legítimas aspirações do homem, como ver o amor proclamado, o pão distribuído, a fé diversificada, a alegria compartilhada, a dor minorada e o mérito respeitado.

Com isso, Archimedes Theodoro, ex-governador, e ex-diretor de R.I., quis dizer que, em Rotary, a verdadeira liderança não é a de cada sócio isoladamente, do cada um por si, mas sim do clube como um todo, sendo reconhecido na comunidade, pela união de seus valores.

Lembrou ainda que não se consegue a liderança através do dinheiro de cada rotariano, mas pelo que os rotarianos, unidos, podem fazer mesmo sem dinheiro.

O homem e principalmente o rotariano vale pelo que é e não pelo que tem.

Ele poderá possuir muitos haveres e pouco representar para a comunidade, ou poderá ter poucos haveres e muito representar para ela.

As lideranças se formam e são aceitas espontaneamente, e só poderemos chegar a ser verdadeiros líderes quando realmente conseguirmos seguir o lema do “dar de si antes de pensar em si”, compartilhando o Rotary e servindo aos nossos semelhantes.

Rotary a Serviço da Humanidade!

Participe! deixe aqui seu comentário!

participações