Pesquisando na internet, vamos encontrar vários textos sobre o tema “voluntário”, mencionando inclusive o Rotary, como bom exemplo de organização internacional, que atrai voluntários.

Muita gente pensa que o compromisso de ser voluntário através do Rotary é uma simples doação, um caminho de mão única, em que o doador abre mão daquilo que está dando para o benefício de alguém que está recebendo. A consequência direta, e triste, dessa realidade é a imediata recusa de participar das atividades do clube.

O mundo não pode ser tratado como uma subtração, porque na realidade trata-se de uma soma cujo resultado é muito maior que a conjugação das partes. Todos – a começar do próprio rotariano – ganham quando se dispõem a fazer diferença na vida de alguém. Ganha quem é atendido, como não poderia deixar de ser.

Ganha o rotariano que doa seu tempo, trabalho e talento, que se sente útil, valorizado, reconhecido. Ganha toda a comunidade, que aproveita o que cada um tem de melhor.

Ao ensinar algo a um desconhecido, compartilhar com ele algumas palavras, ao promover uma causa, lutar contra uma injustiça, ao preservar o ambiente, proteger os animais, enfim, ao agir com responsabilidade e ética na sociedade, em qualquer área que seja, os benefícios transbordam.

Ninguém nega que uma criança na escola, e não na rua, é positivo para todos – não é só ela que vai ganhar com a própria educação. Do mesmo modo, ganha todo o ecossistema e, consequentemente, melhora a qualidade de vida de todos, a cada quilo de lixo que é reciclado e deixa de ser esquecido em uma decomposição que pode durar séculos.

E o rotariano ganha o quê?

Primeiro, ele faz parte desse sistema positivo, dessa trama social fortalecida, de um grupo do qual todos se orgulham. Segundo, ao ser um cidadão participativo, ele é reconhecido por outras pessoas como alguém que tem uma força transformadora.

Imediatamente ele é valorizado pelos novos e velhos amigos, pelos familiares e pelos conhecidos, que se sentem inspirados para também fazer a diferença – e isso, num círculo virtuoso, fortalece ainda mais o tecido social.

Ser voluntario através do Rotary, talvez possa ser até uma atividade “egoísta” na medida em que é o Rotary que nos oferece oportunidade para desenvolver habilidades e competências.

Não devemos encarar o Rotary como um dever, ou como tempo perdido, e muito menos como um fardo. Ser rotariano é – e deve sempre ser – prazeroso, estimulante e transformador para todos, principalmente para nós que temos a honra de pertencer a esta organização.

Ser voluntário faz bem e ser rotariano é melhor ainda.

Rotary “Dar de si antes de pensar em si” – Rotary “Melhor se beneficia quem melhor serve”

Rotary a Serviço da Humanidade!

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