O presidente Barack Obama assinou um projeto de lei orçamentária visando prover US$205 milhões para apoiar a erradicação da pólio em 2014 através do Centro Norte-americano de Controle e Prevenção de Doenças e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.

Os Estados Unidos já contribuíram mais de US$2,3 bilhões desde meados de dezembro de 1980, quando ainda havia 125 países endêmicos e a doença afetava 350.000 pessoas por ano, sendo o país que mais doou à causa. Hoje, apenas Paquistão, Afeganistão e Nigéria continuam endêmicos e, em 2013, o número de casos de pólio registrados nestes países foi de 157 – o menor da história. No mês passado, a Índia comemorou seu terceiro ano sem nenhum caso da doença, abrindo o caminho para a certificação da erradicação da pólio para todo o sudeste asiático.

“A erradicação da pólio deixará um legado duradouro graças à infraestrutura de saúde criada, assim como as experiências e conhecimentos que estão sendo usados para beneficiar uma ampla gama de esforços globais de saúde pública”, disse James Lacy, presidente da força-tarefa para a erradicação da pólio dos Estados Unidos e ex-presidente do RI.

A força-tarefa tem a missão de informar o governo dos Estados Unidos e outros doadores da urgência e dos benefícios de seu apoio à  (GPEI).

Uma das principais responsabilidades do Rotary e da GPEI é a defesa da causa. Além de ter contribuído mais de US$1,2 bilhão à iniciativa, o Rotary tem usado sua influência para convencer governos do mundo todo da necessidade da erradicação da doença, ajudando a fazer com que realizassem contribuições adicionais de mais de US$9 bilhões desde o lançamento da GPEI, em 1988.

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