A jovem Patrícia Bublitz Nascimento, que esteve por quase um ano na cidade de Toluca, no México, mostra blazer repleto de “lembranças” de outros países

Por quase um ano, a estudante rondonopolitana Patrícia Bublitz Nascimento teve a oportunidade ímpar de conhecer outra cultura, conviver com jovens de nacionalidades diferentes, aprender outro idioma e ainda ter aprendizados pessoais que carregará para a vida toda. Ela participou, entre 08 de agosto de 2009 e 02 de julho de 2010, do Programa de Intercâmbio de Jovens do Rotary, na cidade de Toluca, no México. “Essa oportunidade abre a mente da gente para novas experiências. Faz a gente ver o mundo de uma forma diferente”, argumenta.

Sobre a intercambista

Patricia-Bublitz-NascimentoFilha do rotariano Ivaldi Nascimento, Patrícia conta que, anteriormente, já havia tido contato em Rondonópolis com outros intercambistas e que sempre teve a vontade de conhecer novas culturas e novos lugares.

Para ingressar no programa, explica que alguns critérios são idade máxima de 18 anos, ser um bom estudante, possuir inglês básico e custear as despesas das passagens aéreas. O jovem não tem custo de hospedagem e alimentação, basicamente. Durante o período no México, ela cursou o equivalente ao 3º ano do ensino médio do Brasil.

Em entrevista, Patrícia Nascimento analisa que aquilo que encontrou no México nesse período não foi muito diferente do que esperava encontrar.

Constatou a pluralidade da cultura mexicana e confirmou, na prática, a forte ligação que se cria com os intercambistas de outras nações que vivem a mesma experiência. Em Toluca, ela conviveu com intercambistas do Brasil (seis), Alemanha (quatro), França (dois), Estados Unidos (dois), Bélgica (um), Tailândia (um), Suíça (um), Polônia (um) e Taiwan (um).

Nesse período de 11 meses, a jovem de Rondonópolis ficou na casa de três famílias, as quais a tinham como “filha” nessa estadia. A convivência com várias famílias, segundo ela, é para justamente ter uma noção com maior clareza da cultura do outro país.

Patrícia acredita que a maior dificuldade que teve foi a falta da família, ter que enfrentar sozinha as mais variadas situações e problemas. Mas afirma que é muito válida a iniciativa. “A maior lição que a gente tem é a relação com vários países em um só país”, ressalta, explicando que havia reuniões periódicas entre os intercambistas.

Além de aprender a falar o espanhol fluentemente e da bagagem de experiências, Patrícia Nascimento trouxe como recordação o blazer oficial do intercâmbio repleto de pins, botons e pequenos objetos. No programa, os intercambistas costumam trocar pins e botons. “É uma forma de lembrança”, explica.

“É como se fosse um diário ambulante”, acrescenta. Para a troca com outros intercambistas, levou cerca de 400 pins. Por sua vez, voltou com o blazer com aproximadamente 200 itens, entre pins, botons e pequenas lembranças, como passagens e ingressos.

Outro aprendizado marcante, segundo a jovem, foi a visão de não encarar de forma competitiva as diferentes culturas. “Além de conhecer outros lugares, cria um laço de fraternidade entre os países muito grande”, atesta.

Fonte: A Tribuna MT

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