O Momento Rotário de 10/11/2015, trazido pelo companheiro Rodney, foi muito enriquecedor para todos do Rotary Bragança Paulista Estância.

O texto partilhado foi escrito por Fernando Dias Sobrinho, coordenador regional assistente do Rotary para a Zona Rotária 22ª e publicado na Revista Brasil Rotário de Setembro de 2015.

Além de reforçar o necessário espírito de cooperação entre os companheiros, o pronunciamento ainda contém dicas valiosas sobre o desenvolvimento do quadro associativo.

Vamos conferir?

“Todos nós já tivemos um super-herói que nos inspirava quando éramos crianças. Ele poderia ser um personagem das histórias em quadrinhos ou um familiar, entre outros. Os super-heróis podem ser uma influência muito positiva para os pequenos, pois apresentam traços de coragem, responsabilidade, ética e altruísmo. Eles podem ensinar nossas crianças a serem melhores e, também, ajudar aqueles que precisam de ajuda. Copiá-los é um aprendizado poderoso. É como ter um mentor.

Mentor é a pessoa que, pela sua sabedoria ou experiência, ajuda outra como guia ou conselheiro. Ele faz com que as situações complexas se simplifiquem. Ele inspira. Pessoas de sucesso possuem redes com outras que mereçam seu respeito e confiança, que possam orientá-las nos caminhos da vida. Ter um mentor é fundamental para o sucesso.

E quanto ao Rotary?

Sabemos da importância do mentor para o novo associado, mas não costumamos transformar esta verdade em atitude. Resultado: acabamos abandonando os novos rotarianos. Como consequência, muitos deixam o clube.

O Rotary International perde 18% dos associados anualmente – cerca de 220 mil rotarianos. Apesar disso, há 20 anos o número de associados está estável. Entra um, sai um. É o efeito porta giratória. Precisamos melhorar a nossa taxa de retenção, pois apenas assim retomaremos o crescimento.

É aqui que o mentor adquire importância fundamental. Estudos indicam que os associados que ingressam no clube sem nenhum conhecimento sobre o Rotary são mais propensos a deixar a organização dentro de um ou dois anos. Da mesma forma, a falta de um programa formal de orientação aos novos rotarianos logo após sua admissão contribui para que abandonem o clube.

A existência de um mentor, rotariano dinâmico, não obrigatoriamente o padrinho, que possa apoiar o associado novato ou menos atuante, é fundamental para a diminuição da taxa de evasão.

Tão importante quanto ter um mentor é ser um mentor. Devemos lembrar que em algum aspecto da vida sabemos mais de um assunto do que outras pessoas. É uma lei do universo: quando damos conhecimento, recebemos conhecimento. As pessoas que ensinam progridem, tornam-se aptas a promoções e desfrutam uma melhor reputação dentro da organização.

Como diz o ditado: “Podemos realmente ter tudo o que queremos na vida se ajudarmos suficientemente os outros a terem o que desejam”. Ou, como costumamos dizer no Rotary: “Mais se beneficia quem melhor serve”.

Um mentor deverá ser para os novos rotarianos o que os heróis são para as crianças.

Seja um mentor. Incorpore o papel de super-herói!

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