Na noite de 15 de Março de 2016, o Momento Rotário foi trazido por nosso companheiro Clóvis Vieira Junior.

Tratou-se da reprodução para reflexão de um texto advindo da Coordenadora da Imagem Pública do Rotary para a Zona 22B, Vera Canto Bertagnoli.

Vale a pena repeti-lo:

 

“Nos últimos anos, temos falado da importância de fortalecer a marca Rotary. Enfatizamos o uso das estratégias e ferramentas que estão à nossa disposição, como o Brand Center e as mídias sociais, e temos ensinado os rotarianos a contar nossa história. Trabalhamos o aperfeiçoamento da nossa imagem pública para continuarmos a ser uma organização viável, digna de reconhecimento e em constante crescimento.

No começo do ano, um artigo do jornal O Estado de S.Paulo destacou o fim da poliomielite no continente africano como uma das sete grandes conquistas do mundo em 2015. No entanto, ao listar os protagonistas dessa vitória, o texto não cita o Rotary International. Por quê?

Isso nos leva a uma reflexão do nosso presidente internacional, Ravi Ravidran: “Imagem Pública é o mesmo que reputação. É o resultado do que você faz, diz e daquilo que os outros falam sobre você.”

Nós fazemos algo? Não há dúvida. O compromisso do rotariano com o combate a essa doença pode ser constatado com o resultado da campanha que o Escritório do Rotary International no Brasil realizou em alusão ao último Dia Mundial de Combate à Poliomielite. Ao todo, 196 Rotary Clubs de todo o país doaram o equivalente  63.849,96 dólares. Destacamos aqui a participação do Rotary Club de Pontal, SP (distrito 4540), que atingiu a maior per capita de doações por rotariano, com 25 dólares. Registramos também o fato de que 14 distritos contribuíram com doações ao Fundo Distrital de Utilização Controlada (Fduc), atingindo o total de 204.169,75 dólares. O distrito 4530 contribuiu com o maior percentual do seu Fduc: 17%. Estas são doações que participam de programas de equiparação, podendo vacinar até 1,8 milhão de crianças. Desde 1988, o programa Polio Plus já protegeu a vida de mais de 2,5 bilhões de crianças. No Brasil, o último caso de poliomielite ocorreu em 1989.

Portanto, sim: o Rotary faz. Mas nós falamos sobre o que fazemos? Por que não estamos sendo reconhecidos? Somente no Brasil, o Rotary tem uma força gigantesca, representada por mais de 2.300 clubes e cerca de 55.700 rotarianos. Números que nos permitem construir uma marca sólida. Os dados de que dispomos representam benefícios significativos para trabalharmos nossa imagem pública. Mas por que o público externo não nos reconhece nesse desafio? A razão é simples: não estamos dizendo o que fazemos para erradicar a pólio no mundo, e com isso não recebemos o reconhecimento.

É hora de aproveitarmos esse caso do jornal O Estado de S.Paulo como um exemplo para ressignificarmos nossa comunicação interna e externa e falarmos aos meios de comunicação sobre nossa participação na erradicação mundial da poliomielite. Chegou o momento de mostrarmos ao público externo o que o Rotary é e faz – para continuarmos a crescer e revitalizarmos nossa marca.”

Participe! deixe aqui seu comentário!

participações