Não há dever nem obrigação de se dar preferência a qualquer profissional ou empresário, simplesmente porque ele é rotariano, ainda que seja sócio do seu próprio clube.

As predileções de cada um não devem ser modificadas, simplesmente por haver ingressado no Rotary.

Quando se procura um profissional, um comerciante, ou qualquer outro empresário rotariano, faz-se levando em conta a boa qualidade do serviço ou da mercadoria, e nunca em busca de concessões, descontos ou qualquer outro benefício próprio.

Nenhum privilégio ou regalia podem advir simplesmente do companheirismo rotário, e o Manual de Procedimento diz textualmente: os verdadeiros amigos não exigem nada um do outro e qualquer abuso de confiança baseado na amizade com fito de lucro é totalmente contrário ao espírito de Rotary.

Contudo, afastada a hipótese de abuso de confiança nascido da amizade, causado por ambição de lucro ou interesse pessoal, vale a pena observar que um dos maiores patrimônios do profissional e do homem–de–negócios são os amigos.

Lícito, portanto, aceitar como ético e idôneo qualquer benefício oriundo das relações desta autêntica amizade.

Rotary a Serviço da Humanidade!

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